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Como captar recursos financeiros para sua empresa

Em algum momento sua empresa vai precisar de recursos financeiros, seja para usar como capital de giro ou para a expansão do seu negócio.  Existem várias formas para captar recursos, porém é preciso saber o momento certo e quais as opções que você poderá recorrer, não é mesmo?

No momento de crise que estamos vivendo, as empresas buscam cada vez mais formas de levantar capital. Por isso, antes de recorrer às diversas formas de captar recursos, planeje a real necessidade da sua empresa. Pense onde você vai investir esse capital para tomar a decisão mais assertiva para o perfil do seu negócio. Faz sentido, não é mesmo?

Por isso, para você conhecer as principais formas de captar recursos, elencamos as 9 formas mais usadas.

Então vamos lá? Boa leitura!

O que significa captar recursos financeiros e para que serve?

Captar recursos significa buscar por aportes financeiros, ou seja, trazer dinheiro para dentro do caixa. Simples, não é mesmo? Mas se não houver um bom planejamento e uma boa aplicação, pode ter um efeito reverso. Por isso, analise de forma individual qual a melhor forma e qual se encaixa no perfil da sua empresa, dentro dos detalhes e das necessidades do seu negócio.

Nos dias atuais, o acesso ao capital está mais fácil para as pequenas empresas aqui no Brasil. Isso evita que os donos de empresas tenham que mergulhar na poupança e tirar toda a economia que guardam para o futuro, não é mesmo?

Quando a captação ocorre no momento em que a empresa está em ascensão, aplica-se o recurso para a abertura de outras unidades, para a expansão da organização interna, para a compra compra de maquinários e de outros equipamentos mais modernos. Mas se a empresa está com o financeiro instável, pode ser usado como fluxo de caixa ou até mesmo como capital de giro. Assim, os recursos provenientes da captação se aplicam das mais diversas formas, conforme as necessidades do negócio.

Entendeu? Ótimo! Então agora vamos ver quais as principais formas de captar recursos!

Quais as formas de captar recursos?

foto-de-cofre-despertador-e-moedas-em-montes-crescentes-para-ilustrar-as-formas-de-captar-recursos Antes de buscar terceiros para captar recursos, a maioria das empresas busca, em primeiro lugar, o capital próprio. Afinal, se nem você investe na sua empresa, quem irá investir? Apesar de vantajoso, por não haver custos ou perda de autonomia para tomar decisões, esse capital limita os planos de expansão apenas ao reinvestimento dos lucros.

Por isso, é possível e preciso buscar outras formas de obter capital para expandir seu negócio ou mesmo, para superar os momentos difíceis. Listamos, abaixo, as formas mais comuns, mas antes, se questione qual o motivo pelo qual você precisa do dinheiro e que tipo de dinheiro existe no mercado para suprir a sua necessidade.

Tenha em mente o que você fará com o dinheiro, em que fase seu negócio está, se a captação é necessária nesse momento, se o retorno será maior que o custo e se você terá novos ganhos, por exemplo. Essa análise e planejamento serão fundamentais para escolher a forma mais adequada.

Além disso, vale ressaltar que muitas empresas cometem o erro de recorrer à captação apenas quando percebem que precisam de forma desesperada de recursos financeiros. Independente do motivo, buscar dinheiro exige tempo e planejamento.

Então vamos conhecer as principais formas de captar recursos? Confira:

O Crowdfunding:

O Crowdfunding ou o financiamento coletivo é uma forma de captar recursos a partir da colaboração de um grupo de pessoas que acredita no seu negócio e investe recursos financeiros na sua empresa. Funciona como uma “vaquinha virtual”, onde você cadastra seu projeto em sites focados em financiamentos coletivos e ele passará por uma análise e uma aprovação. Afinal, os investidores precisam de certa garantia de segurança para a credibilidade dos sites e dos negócios disponíveis, certo?

Caso haja a aprovação, existirão metas, prazos e recompensas para os investidores. Se a meta for alcançada no prazo, o empresário recebe os recursos para investir no negócio, caso contrário, o valor é devolvido para os investidores. Faz sentido, não é mesmo?

Essa forma é mais moderna, mas tem mostrado resultados incríveis para captar recursos. Certifique-se de analisar com detalhes os termos e as taxas, as vantagens e as desvantagens dessa opção.

Um novo sócio:

foto-de-novo-socio-colocando-moeda-em-cofre-como-uma-das-formas-de-captar-recursosSe você não tem forte apego emocional em relação ao seu negócio, essa pode ser uma ótima forma de captação. Antes, vale pensar se faz sentido ter uma nova pessoa no quadro societário nesse momento e se esta nova pessoa vai ajudar ou se vai atrapalhar o negócio. Faz sentido, não é mesmo?

Com a chegada de um novo sócio, além da chance de conseguir dinheiro para suprir as necessidades da empresa, a sinergia pode ser muito importante, em especial, se ele contribuir com o seu know-how para ajudar na gestão e na operação da empresa de forma complementar ao que você já representa para o negócio. Legal, não é mesmo?

Assim, o novo sócio entrará para crescer junto com a empresa, interessado em um retorno no longo prazo. Quando o caixa recebe o retorno do investimento, o lucro se divide entre os sócios do negócio.

O investidor anjo:

Super tradicional nas empresas do Brasil e mais recorrente quando a sua empresa esteja sendo validada e tentando entender se tem mercado, o investimento anjo é também uma ótima forma de captar recursos. Dessa forma, o investimento anjo ajuda na consolidação da empresa e na viabilidade do mercado.

O investidor é uma pessoa física que aplica seu próprio dinheiro em negócios que acredita que tenham potencial para gerar um alto retorno. Tal investimento é feito junto com outros investidores através das rodadas de investimento. Incrível, não é mesmo?

Para conseguir captar recursos através de investidores anjo, sua empresa deve ter em mãos um plano de negócios que explique as aplicações do recurso, qual será o retorno, quando será a entrada e a saída do investimento, pois, na maioria dos casos, os investidores não querem se tornar sócios e esperam uma saída depois de 3 a 5 anos.

Além disso, para despertar o interesse de investidores anjo, invista em relações públicas e no marketing para estar visível no mercado.

Se optar por essa forma, busque um investidor anjo que ofereça smart money. Isto é, que, além de injetar dinheiro, contribui com seu conhecimento, sua experiência e seu networking (ou seja, sua rede de contatos).

O Venture Capital:

foto-de-pessoa-fazendo-montes-de-moedas-apos-captar-recursosEm português, venture capital significa capital de risco, o que representa um fundo de alta rentabilidade devido ao alto risco para investir em negócios de menor porte.

Além do dinheiro investido em troca de participação acionária na empresa, esse investidor também pode oferecer smart money (isto é, a contribuição com conhecimento, com experiência e com networking, como vimos acima). Legal, não é mesmo?

Esses investidores preferem empresas com faturamento expressivo e que precisam de expansão nas operações. Para eles é preciso ter um produto e/ou um serviço bem validado e posicionado no mercado. Por isso, ao recorrer a essa forma, faça uma apresentação detalhada da sua solução, mostre qual o seu nicho, sua forma de atuação e, em especial, o seu fluxo financeiro.

Os empréstimos bancários:

Os empréstimos bancários são muito usados por grandes empresas que não tem o nome negativado, como forma de tracionar o negócio de forma segura e sem perder participação acionária. As formas mais comuns de solicitar um financiamento bancário são através do desconto de duplicatas, da antecipação de recebíveis ou de capital de giro.

Quando for ao banco tenha em mãos quanto precisa, quanto pode pagar a cada mês e em quanto tempo sua empresa está disposta a pagar. Analise com detalhes as diversas instituições para optar pela mais vantajosa em termos de juros, de taxas, de parcelas e de encargos, o que evita que sua empresa se afogue em dívidas, pois as taxas podem não ser muito baixas (tudo depende do seu perfil de crédito e do tipo de garantia oferecida).

Vale lembrar que empresas em estágio inicial dificilmente conseguirão uma ajuda junto aos bancos, pois não têm um histórico que comprove garantias aos bancos. Em geral, os bancos só concedem crédito para empresas com mais de 2 anos de mercado e apresentam um plano de negócios muito bem elaborado.

Por isso, ao conseguir empréstimos junto aos bancos, você mostra para o mercado a sua credibilidade, podendo ajudar a atrair outros investidores para o seu negócio. Faz sentido, não é mesmo?

O empréstimo peer-to-peer:

Conhecido como empréstimo ponto a ponto, o empréstimo peer-to-peer funciona como uma fintech de crédito através de plataformas P2P (peer-to-peer). Nesse casso, o crédito é feito de pessoa para pessoa, sem o intermédio de instituições bancárias e com menos burocracia e taxas. Incrível, não é mesmo?

Essas plataformas fazem a intermediação entre as duas partes (os investidores e os tomadores) e oferecem o serviço todo de forma online, desde a documentação até a transferência. A própria plataforma se encarrega de recolher o dinheiro do solicitante e repassar para o investidor, como também, repassa os pagamentos quando o tomador os realiza. Em geral, os investidores são pessoas físicas e os tomadores de empréstimos são pessoas jurídicas ou até mesmo físicas.

O IPO:

foto-de-pessoas-com-baloes-escrito-IPOIPO é a sigla para Inicial Public Offering que, em português, significa Oferta Pública Inicial. É um processo em que as empresas iniciam a negociação de suas ações em bolsas de valores, onde definem o percentual do negócio que estará disponível no IPO. Através dessa opção, podem aparecer vários sócios e recursos para investir no crescimento da empresa. Legal, não é mesmo?

Um dos motivos que leva algumas empresas a adotarem essa medida é que, ao venderem ações, os donos ganham liquidez para investir em outros lugares e diversificar o seu patrimônio, além de conseguir dinheiro para fazer os investimentos necessários para o crescimento do negócio.

O aporte governamental:

Os recursos públicos são procurados pelos empresários através do BNDES ou dos órgãos e das agências de fomento. Através do aporte governamental, o governo disponibiliza um valor todos os anos para projetos financeiros, e cerca de R$200 bilhões ficam no BNDES. As taxas de juros são subsidiadas, então ficam em um patamar bem abaixo do que é praticado pelo mercado.

Dessa forma, as instituições públicas visam apoiar financeiramente pesquisas e soluções em ciência, saúde, tecnologia e inovação. Cabe ao empreendedor pesquisar essas linhas, entende o funcionamento, criar projetos e submetê-los à aprovação.

Os amigos ou os familiares:

Muito evitada pela maioria dos empreendedores para não parecer pedido de favor, a ajuda de amigos e familiares também é uma opção bastante atrativa que não implica em taxas de juros e fica isenta de várias burocracias envolvidas em empréstimos tradicionais. Uma dica é conversar de forma profissional e fazer essas pessoas sentirem que são investidores, o que evita misturar relações pessoais com relações profissionais.

Agora que você conhece as principais formas de captar recursos, veja qual melhor se adequará ao perfil orçamentário da sua empresa. Vale ressaltar que todas essas opções precisarão de garantias antes de conceder recursos. Uma ótima forma de passar credibilidade, segurança e profissionalismo é apresentar a avaliação da sua empresa, e nisso, nós podemos te ajudar!

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